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A sangrenta guerra PCC x CV afeta vários estados brasileiros. Confira alguns conflitos

Uma traficante ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) presa no Mato Grosso afirmou que ela e comparsas estão decretados de morte pelo Comando Vermelho (CV).

Ela se juntou a parceiros no crime em uma casa onde foi presa para se protegerem dos ataques do CV. Declarou que as armas encontradas no local seriam usadas na execução de membros da facção rival. 


Um bandido preso com a mulher disse que integrantes do CV  invadiram a sua casa para matá­-lo, ocasião em que ele fugiu e tentou ir para a Bolívia mas não conseguiu.


Em Maceió (Alagoas), uma mulher foi expulsa do Conjunto Carminha por integrantes do PCC por ser irmã de criação de Pichula,  atualmente no sistema penitenciário e integrante da facção Comando Vermelho.


Neste local, morreu um homem de vulgo China, acusado de fazer “corre” com o pessoal do CV, e naquela região que mandaria era o PCC.


O bandido de vulgo Cabeção, envolvido no crime, teria afirmado que quem fosse CV naquela região iria morrer.

A disputa entre as duas maiores facções criminosas do Brasil se espalha pelo país com episódios de muita violência.

Antônio Pereira Leite Neto, vulgo Leontino, foi assassinado no Ceará por integrar o CV. Os suspeitos do crime seriam membros do PCC. 

Em Roraima, traficantes se dirigiram até as proximidades da Pousada Paraíso para adquirir e usar drogas, em dado momento revelaram que tinham afinidade com a facção Comando Vermelho – CV, manifestando rejeição à facção do Primeiro Comando da Capital – PCC.


Diante disso, os bandidos ligados ao PCC, colocaram lençóis na cabeça das vítimas para servirem de capuz e levaram para um terreno em frente a Pousada Paraíso, onde havia uma obra em construção, submetendo-as a lesões e torturas.


O comandante do sequestro, dos atos de tortura e da morte foram coordenados por um integrante como forma de promoção dele no PCC, 


Consta ainda que após torturarem as vítimas com emprego de violência física e mental, com a finalidade de obter informações e confissão em relação a facção criminosa, mataram-nas fazendo o uso de armas brancas, em seguida cavaram covas em outro terreno próximo e as enterraram.


Em Goiás, um preso conhecido como Robinho, integrante do CV, foi acusasdo da a prática de homicídios de dentro da Unidade Prisional de Trindade. Uma das vítimas foi Higo Teles dos Santos, membro do PCC.  Pelo mesmo motivo, mandou matar Leandro Alves Silva.

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