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Apenas dois dos mortos no Salgueiro tinham processos na Justiça. Um deles foi acusado de tentar subornar policiais. Veja os crimes

Um dos oito mortos no Complexo do Salgueiro, Carlos Eduardo Curado de Almeida respondia a dois processos criminais na Justiça.

Em um deles, foi flagrado em 2018 drogas e material do tráfico.

Sobre a dinâmica delitiva, o militar do Exército declarou que estava em patrulhamento de rotina, juntamente com outros militares, quando decidiram abordar um elemento suspeito que estava em uma moto, sendo que o suspeito não atendeu à ordem de parada e empreendeu em fuga, colidindo, em seguida, com uma coluna de madeira. 

Com o suspeito foi encontrada uma mochila contendo centro e treze embalagens contendo erva seca, duzentos e setenta e cinco embalagens contendo material assemelhado a crack, um telefone celular, dinheiro, um caderno com anotação do tráfico, entre outras coisas.

 O outro crime foi em frente ao número 200, na localidade conhecida como ´Luiz Caçador´, no Complexo do Salgueiro. Ele e adolescentes, traziam consigo, 38g de maconha, acondicionados em 30 sacolés, bem como 79g de cloridrato de cocaína, distribuídos em 153 tubos transparentes.

Italo George Barbosa de Souza Gouvea Rossi, o Sombra, tinha três processos. Um deles, de 2018, por associação para o tráfico de drogas, foi absolvido este ano.

Em uma ação de 2007, pegou sete anos e 9 meses de prisão por tráfico e corrupção ativa.

Respondeu ainda processo de 2006 por porte ilegal de arma de fogo.

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