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Após massacre na cadeia, autoridades paraguaias transferem membros do PCC ameaçados de ser decapitados pelo Clã Rotela

Membros do Clã Rotela tinham planos de decapitar presos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) na penitenciária de Tacumbú, no Paraguai, após um motim ocorrido no último dia 16 que deixou sete detentos mortos.

Por causa da ameaça, autoridades começaram a transferir integrantes do PCC para outros presídios durante essa semana.

Os assassinatos dos rivais teriam sido decretados pelo líder do Clã Rotela, Armando Javíer Rotela Ayala, de 38 anos.

O motim que resultou em mortes teria sido provocado pela descoberta de um plano de fuga de Rotela da cadeia.

Os presos mortos na rebelião ou foram decapitados ou degolados e estavam jurados de morte.

O Clã Rotela é a maior facção criminosa do Paraguai e estaria expandindo sua atuação para o Brasil.

Esta facção é inimiga do PCC e age dentro e fora das penitenciárias do país vizinho. Ambas travam uma batalha pelo controle das cadeias.

Uma apreensão ocorrida este mês a colocou a polícia em alerta: uma tonelada de drogas e um fuzil foram encontrados em uma casa em Ponta Porã (MS). Sete pessoas foram presas, entre elas dois primos de Armando Rotela.

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