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BANDIDO RICO: Alvo do MP e da PF hoje, líder da ADA em Campos controlava negócios de condomínio de luxo na Barra. Tinha vários imóveis na Zona Oeste do Rio e até sítio no interior

Chefe da quadrilha de traficantes alvo de operação da Polícia Federal e do Ministério Público Estadual em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, Amarildo Pereira dos Prazeres, o Tupã, vivia em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca.


Dali, controlava assuntos relacionados ao tráfico de drogas e a movimentação financeira da organização criminosa.
Era dono de um sítio em Silva Jardim, no interior do Estado, de um imóveis em Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes e outro dois na Barra.

Era proprietário ainda de uma padaria na Barra, uma loja de carros em Jacarepaguá e uma outra loja em Campos, tudo adquirido com o lucro advindo do tráfico de drogas.

O bando tinha ainda dois pontos comerciais no Recreio e em Jacarepaguá.

Os suspeitos depositavam os valores oriundos do tráfico de drogas na Comunidade da Baleeira, em agências bancárias na região da Pelinca, em Campos dos Goytacazes como também em lotéricas, onde levavam maços de dinheiro para serem depositados.

‘O que se pode verificar é que foi engendrado todo um esquema de ocultação de bens e lavagem de capitais, oriundos do tráfico de drogas, através de sociedades empresárias em nomes de terceiros, mas que, efetivamente pertencem aos denunciados Amarildo e, Larissa , companheira daquele e braço direito na administração dos negócios do grupo’, diz trecho do relatório da investigação.


Ele é integrante da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) que comanda a comunidade da Baleeira, mas tinha influência também na Beira da Linha.


Tupã determinou que comparsas ficassem ´guardadinhos´ em suas casas até o ano que vem, por terem agredido fisicamente outro ´bandido.

‘Tá todo mundo de castigo, ninguém tá na rua, tá todo mundo de castigo. Até ano que vem! Sem botar a cara na rua’.

Os bandidos se exibiam na internet fazendo o sinal da letra ´L´ com os dedos, característico da facção criminosa ´Amigos dos Amigos e até consumindo garrafas de uísque;

Segundo as escutas telefônicas, os dias de recolhe de dinheiro das bocas de fumo transcrita abaixo eram domingo e segunda, além de quarta e quinta.

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