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Chefe de facção criminosa no Ceará é morto em área de milícia em Jacarepaguá

Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) localizaram, na manhã desta sexta-feira (31/07), o traficante Alban Darlan Batista Guerra, chefe da facção criminosa Comando da Laje, no Estado do Ceará. Ele foi encontrado na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, área dominada por milicianos.

Ainda de acordo com os policiais, o criminoso reagiu à abordagem, atirando contra a equipe policial. Ele foi baleado e não resistiu aos ferimentos.

Segundo os agentes, Alban é apontado como autor do homicídio de um policial aposentado, o próprio cunhado e outras seis pessoas. Ele era o criminoso mais procurado do estado do Ceará e foi localizado após informações de inteligência repassadas pela Polícia Civil daquele estado.

Segundo a Secretaria de Segurança e Defesa Social do Ceará, Darlan foi encontrado em um imóvel no bairro Gardênia Azul, na zona oeste do Rio de Janeiro. ‘Darlan’ foi baleado e não resistiu aos ferimentos e morreu. Uma pistola e um Toyota Corolla com placas de Caucaia foram apreendidos na ação policial. 

A inteligência da Polícia Civil do Ceará identificou uma movimentação de Darlan, saindo de Caucaia em direção ao Rio de Janeiro, no Toyota Corolla. Darlan chegou à cidade do Rio de Janeiro na última terça-feira (28)

A polícia afirmou também que a companheira de Darlan também estava no imóvel. A mulher foi levada pelos agentes, junto com as apreensões, para ser ouvida em uma unidade da PCERJ, para fornecer esclarecimentos.

O bandido era apontado como um dos chefes do Comando da Laje, organização criminosa dissidente do Comando Vermelho (CV), com atuação no bairro Padre Júlia Maria, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. A organização era conhecida por agir com alto grau de violência. Também chefiou o tráfico de drogas na região.

Em Caucaia, Darlan ainda dominava uma área rural onde os membros da organização criminosa montavam acampamentos e escondiam um arsenal de armas. O grupo movimentava uma grande quantidade de dinheiro e de drogas, confirma o diretor do Departamento de Inteligência Policial (DIP) da Polícia Civil do Estado do Ceará, delegado Nelson Pimentel.

A recompensa para quem fornecesse informações sobre o paradeiro de Darlan era de R$ 10 mil.

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