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Chefão do Jacarezinho (CV) ordenou morte de comparsa porque ele perdeu drogas para policiais corruptos que passaram a extorquir quadrilha

Adriano Souza de Freitas, o Chico Bento, um dos líderes do tráfico na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, ordenou a morte de um comparsa que fazia serviços para ele, como transporte de drogas para comunidades vizinhas.


O motivo da execução foi por vingança já que a vítima teria perdido um telefone celular e cargas de drogas para supostos policiais corruptos, que passaram a extorquir os traficantes locais.

Após esse episódio, a vítima passou a ser vista como ´X9´ do grupo criminoso, por este motivo a teriam executado e ocultado seu corpo, lançando-o em um bueiro instalado na Avenida Dom Helder Câmara, em Del Castilho, na Zona Norte.


Um amigo da vítima, relatando que, no dia dos fatos, por volta de 21h/22h, quando chegava ao Largo da Estuba, local onde pretendia se encontrar com o rapaz, avistou cerca de seis homens fortemente armados. 


Narrou que, ao chegar mais perto do local, avistou também seu amigo, que estava sentado ao chão, trajando uma roupa de capa de chuva, e cercado pelos traficantes. Ato contínuo, relatou que ao perceber que a vítima estava sendo cobrada, por medo, seguiu adiante. 


Disse, ainda, que ao passar pelo grupo criminoso já ouviu o primeiro disparo, e segundos depois, ouviu mais dois estampidos de arma de fogo e que, neste momento, temeu que algum mal maior tivesse ocorrido com seu amigo. 

Chico Bento ostenta nove anotações em seu relatório de vida pregressa inclusive por tráfico e associação para o tráfico, além de outros crimes graves como roubos e outros homicídios consumados e tentados.

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