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Confira detalhes da investigação contra policial rodoviário federal preso que ofereceu dinheiro a adolescente de 14 anos para produzir cenas eróticas

Veja a acusação completa contra o policial rodoviário federal Marcos Gomes da SIlva Júnior, que foi preso nesta semana por suspeita de  Submeter Criança/adolescente À Prostituição/exploração Sexual.

O agente por meio da plataforma Instagram, aproximou-se da vítima F com catorze anos de idade, inicialmente por meio de perfil anônimo na referida rede social. 

Assim, a menor foi convencida a produzir cenas pornográficas mediante pagamento, bem como o policial teria agenciado, recrutado e intermediado a participação da adolescente em cenas com o mesmo cunho com outras jovens, ainda não identificadas, possuindo e armazenando o acusado tal material. 

Depois de descobertos os fatos pela mãe da vítima F. o patrulheiro rodoviário tentou manter contato com F., praticando atos executórios tendentes à intermediação da participação da adolescente com mais uma menor, também com catorze anos, em cena pornográfica. 

As circunstâncias evidenciam o risco que a liberdade do acusado apresenta à ordem pública, na medida em que oferecia dinheiro a menores de idade para a produção de fotografias e vídeos íntimos com o propósito de satisfazer sua lascívia.

 Consta da competente investigação da DCAV que a plataforma Instagram estaria sendo usada por perfis anônimos para compra e venda de vídeos de pornografia infanto-juvenil, de modo que o interlocutor, por intermédio de diversos perfis, alicia menores de idade, com a promessa de pagamentos financeiros para convencê-las a produzir vídeos pornográficos. 

Nesses termos, o perfil ´Belinha´ teria feito contato com a vítima e após ganhar sua confiança, informou que havia um homem que estaria disposto a fazer pagamentos para que fossem produzidos vídeos. 

Depois de ganhar a confiança da vítima e de mostrar vídeos em que aparecia mantendo relações sexuais com o homem, o PRF, ´Belinha´ indicou o perfil ´Umqualquerai30´ como sendo da pessoa disposta a efetuar os pagamentos. 

Com isso, a vítima passou a enviar material pornográfico para o réu em troca de dinheiro.
 Nesses termos, o acusado veio a informar seu verdadeiro perfil do Instagram. 

O réu teria chegado a oferecer dinheiro à vítima para ter relações sexuais com ele, bem como para que a menor fizesse vídeos na companhia de amigas. Ademais, o acusado passou a se comunicar com a ofendida pela plataforma Whatsapp. 

Contudo, a mãe da jovem desconfiou do comportamento da filha e procurou as autoridades para relatar o ocorrido, sendo certo que o acusado supostamente continuou com as investidas na menor para a produção de outros conteúdos. 

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