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CONFIRA QUEM É QUEM NA MILÍCIA COMANDADA PELO VEREADOR MAURINHO DO PAIOL

As investigações da Polícia Federal descobriram as funções de cada um dos integrantes da milícia chefiada pelo vereador de Nilópolis Maurinho do Paiol.

O vereador fazia o uso do cargo eletivo para consolidação de domínio no terreno ao qual se espraiou a organização criminosa. Liderava a exploração de serviço de transporte por mototaxistas, venda de gás GLP, comércio de cigarros e sinais de dados sem concessão estatal em Nilópolis e baixada


O PM Mello atuava na distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e internet, conhecido como ´gatonet´, nas regiões dominadas pelo político sendo que inicialmente exercia tal atividade em concorrência com o miliciano conhecido como Igor Porco, falecido no mês de maio de 2020, de Covid-19.


Mello também está envolvido com a exploração do serviço de mototáxi, recebendo quantias provenientes da cobrança de diárias efetuada junto aos mototaxistas, integrantes dos pontos sob o domínio do grupo criminoso. Atuava também na venda de cestas básicas.


Rayol é o responsável pelo gerenciamento dos pontos de mototáxi sob o domínio da organização criminosa, determinando que seus subordinados efetuem cobrança de diárias aos mototaxistas que circulam pelos locais de domínio da quadrilha, as quais são repassadas ao final para Maurinho. Galgou posição após a morte de Igor Porco.

Um subtenente da PMERJ chamado Felipe Dias exercia atividade de exploração de serviços de ´gatonet´, em conjunto com Mello e Rayol. Era uma espécie de TI do grupo viabilizando os crimes de usurpação de sinais de tv e internet, ´Gatonet´, na área de influência de Maurinho Payol.


Foi o responsável por foi o responsável por implementar o serviço de internet clandestina na comunidade Az de Ouro, no início deste ano, permanecendo na função de coordenador da atividade naquela comunidade.

Outras funções do PM era a exploração do serviço de mototáxi, o comércio ilícito de cigarros, notadamente na Comunidade Az de Ouro e o repasse de quantias arrecadadas da organização criminosa a Maurinho.
Era ponto focal entre o bando e ações policiais, especialmente na área da 53ªDP-Mesquita


Costinha atuava na exploração do serviço de ´gatonet´37, bem como na cobrança de valores de mototaxistas vinculados aos pontos dominados pela malta, repassando ainda os valores arrecadados a outros integrantes do grupo.


Ele foi preso em flagrante no dia 13 de julho de 2020 junto com Henrique, Léo e Hudson, na Praça do Chafariz, em Nilópolis, local de atuação da organização criminosa, ocasião em que foram apreendidos coletes e armamento em poder do grupo.


Mesmo após a prisão. continuava em atuação, recebendo no cárcere quantias arrecadadas pela organização criminosa em suas atividades espúrias, tanto para si, como para pagamento de seu patrono
.

Maiquinho atuava também no domínio dos pontos de mototáxi recebendo ainda valores provenientes de quantias cobradas de mototaxistas. Também era envolvido com o comércio ilícito de cigarros.


Outra função dele era é o comércio ilícito de armas de fogo. Demonstrava relação de proximidade com integrantes da milícia atuante na Zona Oeste do Rio de Janeiro.


Lequinho ocupou posição de destaque na organização criminosa, tomando decisões sobre cobrança de valores aos mototaxistas e repassando os valores arrecadados pela quadrilha suas atividades espúrias para outros integrantes do grupo criminoso, inclusive para aqueles que eventualmente se encontrassem custodiados.


Renato Paiol era o braço-direito de Rayol e ficava resposnável pela organização da atividade de exploração do serviço de mototáxi, bem como pelo recolhimento das diárias cobradas dos mototaxistas.


Estava envolvido com o comércio ilícito de armas de fogo, possuindo ainda o costume de andar armado pelas localidades de domínio da organização criminosa.


Também atuava na cobrança de taxa a comerciantes atuantes nas localidades dominadas pelo bando.
Thiago era gerente operacional do Rayol sendo responsável pelo recolhimento de valores advindos do serviço de mototáxi para o grupo criminoso, repassando-os para outros integrantes do bando.


Ele era encarregado ainda pelo pagamento de propina a policiais militares, para que os mototaxistas dos pontos dominados pela organização criminosa pudessem circular livremente pelos locais sob o domínio da quadrilha.

Se envolvia na atividade de venda ilícita de cigarros, fazendo a ligação entre outros integrantes da organização criminosa, para operacionalizar a comercialização do produto.


Ele transportava armas para a organização criminosa64, bem como participava do comércio ilícito das mesmas.
O PM inativo Jaleco era o como´braço´ da quadrilha na cidade de São João de Meriti, notadamente na exploração da atividade de distribuição ilegal de sinal de TV a cabo e internet.


Jaleco já foi anteriormente denunciado pelo GAECO na Operação ´Hades´, que teve por objeto associação criminosa voltada para a prática de crimes de homicídio.


Atuava também na cidade de Nilópolis e repassava a comparsas valores provenientes das quantias arrecadadas de mototaxistas e do ´gatonet.

Valde de Nilópolis atuava na exploração de pontos de mototáxi recebendo valores provenientes das cobranças de diárias efetuadas junto aos mototaxistas, os quais eram proibidos de continuar circulando, caso não efetuassem o pagamento das mesmas.


Possuía o hábito de andar armado e encontrava-se envolvido com o comércio ilícito de armas de fogo.
Hudson atuava como braço armado da organização, inclusive participando de tratativas para a aquisição de armamento. Mesmo preso, continuava recebendo quantias da organização criminosa, provenientes das cobranças de diárias realizadas junto aos mototaxistas.


Henrique atuava como braço armado da organização criminosa, participando ainda ativamente das negociações ilícitas para aquisições de armas de fogo para o grupo. Recebia quantias da organização criminosa, decorrentes das cobranças de diárias realizadas junto aos mototaxistas, integrantes dos pontos sob o domínio do grupo.


Léo era outro braço armado da quadrilha. Mesmo preso, recebia quantias da organização criminosa, decorrentes das cobranças de diárias realizadas junto aos mototaxistas.


Gersinho também era braço, inclusive participando das empreitadas criminosas realizadas pela quadrilha, bem como auferindo valores.


O PM Borges auferia regularmente quantias provenientes das cobranças de taxas efetuadas pelo grupo criminoso junto aos mototaxistas dos pontos controlados pelo bando.


Atuava tanto pela comercialização de munições e coletes para outros integrantes, como pela utilização de armas de fogo de forma compartilhada com os comparsas.


Capivara atuou como braço armado da organização, participando de empreitadas criminosas realizadas pelo grupo, direcionadas notadamente à manutenção de domínio do território e, ainda, auxiliou na comercialização de gás de cozinha.


Eládio efeutava a cobrança de diárias dos mototaxistas vinculados aos pontos sob domínio do grupo criminoso e repassando as quantias arrecadadas a comparsas.


Compunha a tropa de assalto do bando, sendo acionado quando havia operações de tomada de território e homicídios.


Elainne atuou na cobrança de diárias de mototaxistas vinculados aos pontos sob o domínio da organização criminosa, informando a seus superiores hierárquicos sobre o não pagamento das diárias.


O traficante Samyr era o dono das bocas de fumo da comunidade Az de Ouro e comandava e controlava na localidade todas as atividades ali exercidas pelo grupo criminoso. Dentre as funções dele, estava o controle da exploração do ´gatonet´ Samyr também estava envolvido com o comércio ilícito de gás e cigarros no interior da comunidade. Ele possuía também participação nas empreitadas criminosas organizadas pela malta, enviando ´soldados´ seus armados para delas participarem.


Lacraia era seu braço-direito executando as suas ordens e supervisionando as atividades que são desenvolvidas pela organização criminosa na comunidade. Era responsável pela exploração do ´gatonet´ na comunidade, bem como pelo comércio ilícito de cigarros.

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