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Confira todos os boatos que apareceram nos últimos dias sobre suposta guerra entre milícias no Campinho, Praça Seca e Jacarepaguá

Nos últimos dias, surgiram vários relatos de guerra entre milícias na região do Campinho, Praça Seca e Jacarepaguá.

O mais novo agora é de que o grupo comandado por Edmílson Gomes Menezes, o Macaquinho, teria rachado com a Liga da Justiça, liderado por Wellington da Silva Braga, o Ecko.

Segundo o que circula, após supostamente oferecer apoio a Macaquinho, Ecko teria colaborado com a polícia nas recentes operações feitas na Praça Seca e Campinho que provocaram desfalques no bando. O objetivo seria aplicar um futuro golpe e tomar o poder na região.

Na semana passada, surgiram rumores de que Ecko teria aplicado um golpe na Gardênia Azul. Dias depois, o então frente da milícia da comunidade, Cláudio Negão, apareceu morto. Passado mais um tempo, veio a informação de que um braço-direito de Macaquinho passou a tomar conta do local.

Outra informação que apareceu foi um áudio de um suposto integrante da milícia da Praça Seca fazendo ameaças a um paramilitar do Campinho, dizendo que lá era 5.5 e não 5.3 (código usado para celebrar a união entre a milícia e o Terceiro Comando Puro/TCP).

Também pelas redes sociais, circulou o boato de que Macaquinho teria virado TCP e todas as favelas dominadas por ele teria passado ao controle da facção.

Uma informação que também surgiu foi de que a milícia da Praça Seca teria sido a responsável pela morte do cabo PM Douglas Constantino Barbosa, ocorrida no último sábado, em Nova Iguaçu, como retaliação pelas recentes operações policiais na região, apesar de já terem aparecido várias denúncias de conivência de PMs com os paramilitares do bairro.

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