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Conheça a vida criminosa de suspeito preso por morte de PM em Jacarepaguá. Trabalhou para o tráfico na Vintém (ADA) e foi acusado de roubo a residência

Maximiliano da Cunha Mendes, de 42 anos, que foi preso apontado como o responsável pela morte do cabo Leonardo Batista da Silva, de 36 anos, em Jacarepaguá, já trabalhou para o tráfico na Vila Vintém, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio.


Em 2014, ele foi condenado a 13 anos, sete meses e dez dias reclusão por ter sido preso na comunidade no ano anterior junto a comparsas com 660,55g de cocaína, além de granadas de fabricação exclusiva das Forças Armadas, bem como um fuzil, um carregador e munições intactas.

Em 2010, ele foi condenado a cinco anos e seis meses de prisão por um roubo a residência

Na ocasião, ele e comparsas renderam as vítimas na cozinha e se dirigiram ao quarto do imóvel onde roubaram jóias (anéis e colares), celulares e um laptop. Após subtraírem todos os bens que puderam, colocaram todas as vitimas no interior do lavado.

Em 2009 ele foi condenado a dois anos de prisão por ter sido flagrado com um revólver calilbre 38.

Maximiliano é evadido do Sistema Penitenciário, desde agosto de 2019, quando ganhou o direito de progressão de regime, saindo do fechado para o semiaberto, Ele foi preso baleado dentro do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo.

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