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Em Belford Roxo, feirante que não paga R$ 10 para a milícia é ameaçado de morte e impedido de trabalhar

As cobranças continuam na feira da Areia Branca, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, mesmo com a prisão de um dos responsáveis pelo recolhimento do dinheiro em outubro.


Os feirantes da região, que trabalham as quartas e domingos, têm que pagar uma taxa de R$ 10 para a milícia.

Quem não dá o dinheiro, é ameaçado de morte com arma de fogo ou é forçado a parar de trabalhar. Por dia, o último arrecadador preso chegava a faturar R$ 1.000. 


Há quem diga que agora os milicianos, que pertencem à quadrilha de Roberto Berko de Araújo, o Betão da Areia Branca, preso há vários anos, teriam firmado uma aliança com traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) e estendeu suas cobranças para moradores de condomínios da região, expulsando o Comando Vermelho.

Mesmo preso, Betão continua a dar ordens e responde a um processo por homicídio aberto em 2018. 

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