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Em uma semana, Zinho conseguiu desestabilizar grupo de Tandera. Veja cronologia da guerra

Milicianos ligados a Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, desestabilizaram o grupo rival liderado por Danilo Dias Lima, o Tandera que, em um ato de desespero, ordenou o ataque a vans na Zona Oeste desde a madrugada.


Tandera não conseguiu reunir um número suficiente de soldados para invadir os redutos de Zinho como Cesarão, Rola e Antares, em Santa Cruz, conforme chegou a ser veiculado ontem em um áudio de WhatsApp. A invasão era tratada como algo impossível porque seu grupo na Zona Oeste seria pequeno.


Desde a semana passada, seus redutos na Zona Oeste e também na Baixada Fluminense vem sofrendo ataques do lado de Zinho. Na quarta-feira retrasada, surgiram informações de que dois integrantes do seu grupo foram mortos no Jesuítas, entre eles um bandido de vulgo Fuzil Rosa, apontado como contador. 


No mesmo dia, em um outro ataque, na comunidade do Braga, em Nova Iguaçu, teria morrido um outro miliciano de vulgo Kadu.


Dias depois, Zinho teria feito outro baque em Nova Iguaçu e pegou dois instaladores de gatonet, que acabaram liberados.


No sábado, um miliciano do grupo de Tandera foi morto na entrada do Jesuítas quando extorquia um posto de gasolina.

Passados mais uns dias, Zinho pegou uns radinhos do grupo de Tandera no Jesuítas, que acabaram liberados.
Depois, foi divulgado que Zinho teria mandado reforçar a segurança das comunidades do Campinho e Palmares, com medo de uma possível invasão dos homens de Tandera, em Manguariba.


E ontem, dois homens ligados a Tandera foram mortos no Dom Bosco, em Nova Iguaçu.

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