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Entenda as sucessivas trocas de facções no comando do Morro do Urubu

Um inquérito da Polícia Civil revela as sucessivas mudanças no comando do tráfico no Morro do Urubu, em Pilares, na Zona Norte do Rio, que ocorreram nos últimos anos. Hoje, a comunidade se encontra sob domínio do Comando Vermelho (CV).


Segundo a investigação, até julho de 2018, a favela estava sob o controle do traficante Sandro Luís de Paula Amorim, o Lindinho, preso há vários anos, e que era vinculado à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).


No tempo em que o grupo de Lindinho estava à frente, o bando de Messias Gomes Teixeira, o Feio, que também era da ADA, tentou aplicar diversos ‘golpes de estado’.

Hoje, ele seria um dos líderes do morro, mas ligado ao CV. Ele contou com o auxílio dos bandidos Thiago Luiz Domingues da Silva, o Messi, Marcus Vinicius Tostes da Silva, o MV, Carlos Eduardo Alves Soares, o 33, Luiz Carlos Moraes de Souza, o Monstrão, Carlos Eduardo dos Santos Ferreira, o Trakinas, 


O Terceiro Comando Puro (TCP) expulsou a ADA da comunidade e passou a comandar o tráfico, sob o controle de Wallace de Brito Trindade, o Lacoste. Ele emprestou vários fuzis para serem utilizados na retomada do Morro do Urubu, passou a exercer o controle do tráfico de drogas na localidade, sendo considerado seu “dono” a partir do segundo semestre de 2018. Contou com o apoio de Marcelo Bernardino da Fonseca, o Limão.


Agora a favela está sob controle do CV sendo o novo ‘dono’ das bocas de fumo Edgar Alves de Andrade, o Doca, que tem entre seus frentes  Paulo Roberto Lima da Luz, o Paulete, que foi um dos responsáveis pela tomada do morro pela facção, Geovani Lameira Antônio, o Orelha, Rafael Cardoso do Vale, o Baby (ex-ADA).

Há ainda os ‘vapores’ e ‘soldados’ De Ladinho (também ex-ADA), Da Dilva, Tibuco, Pitão, Riquinho, Pascoal, Outro que integra a quadrilha hoje é o abastecedor de drogas da favela, de vulgo De Rajada, outro ex-integrante da ADA. 


A investigação revelou também que três suspeitos, de vulgos Queli, Jurandir e Maciel , que organizam para o CV bailes funks na comunidade onde há venda de drogas. 

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