Casos de Polícia

Família diz que bebê teve cabeça arrancada após funcionários forçarem parto normal

De acordo com os familiares da paciente, o quadro de saúde do bebê era delicado e o parto precisaria ser por cesárea

Uma família de Belém (PA) acusa alguns funcionários da Santa Casa de Misericórdia de terem forçado um parto normal que acarretou na morte de um bebê. A cabeça da criança teria sido arrancada durante o nascimento. Posteriormente, os profissionais realizaram uma operação para retirar o restante do corpo de dentro da gestante.

De acordo com os familiares da paciente, o quadro de saúde do bebê era delicado e o parto precisaria ser por cesárea. Mesmo assim, os funcionários da unidade de saúde forçaram um parto normal.

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Uma família de Belém (PA) acusa alguns funcionários da Santa Casa de Misericórdia de terem forçado um parto normal que acarretou na morte de um bebê. A cabeça da criança teria sido arrancada durante o nascimento. Posteriormente, os profissionais realizaram uma operação para retirar o restante do corpo de dentro da gestante.

De acordo com os familiares da paciente, o quadro de saúde do bebê era delicado e o parto precisaria ser por cesárea. Mesmo assim, os funcionários da unidade de saúde forçaram um parto normal.

A mulher estaria grávida de oito meses e chegou ao hospital por volta das 6h. A paciente mora em Ourém-PA com o marido, mas precisou ser transferida para a Santa Casa, onde seria possível realizar a cirurgia.

De acordo com o marido, a equipe médica ainda aguardou três horas antes de encaminhar a gestante para a sala de parto.

Uma amiga da paciente que presenciou o parto afirmou, em entrevista ao site Uol, que avisou os funcionários acerca da condição da mulher e que ela não poderia passar por um parto normal. Mesmo assim, a equipe médica continuou pressionando para que a paciente fizesse força.

“Eles não deram ouvidos e ficaram mandando ela fazer força. Fizeram tanta força que a cabeça veio na mão da enfermeira e depois caiu no chão. Só operaram depois, para tirar o resto do corpo”, relatou o marido.

Além disso, a amiga contou que, em duas ocasiões, a criança apresentou batimentos cardíacos. Uma ao chegar na unidade de saúde e outra no momento do parto. No entanto, um funcionário teria dito que a criança já estava morta “na barriga” e não sobreviveria por conta de má formação.

Em estado de choque, a paciente não foi informada sobre as circunstâncias que levaram à morte do bebê.

“Achamos melhor não contar para ela ainda. Vamos deixar ela melhorar para contar”.

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), informou em suas redes sociais que mandou afastar os profissionais de saúde que participaram do atendimento. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Por Redação Jornas de Brasília

Fonte
Jornal de Brasília
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