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Gardênia Azul na época de Girão tinha todos os anos lista com marcados para morrer

Informações que constam em processo judicial apontam que a Gardênia Azul na época de domínio de Cristiano Girão possuía todos os anos uma lista com pessoas marcadas para morrer pela milícia. 


Girão costumava dizer que quem cruzasse seu caminho seria morto.


Há relatos de vários assassinatos na época. Um jovem foi morto por não ter permitido colocarem faixa do candidato Girão em sua residência. 


Dois rapazes foram mortos por praticarem furtos na comunidade. Um homem perdeu a vida porque pretendia ser concorrência eleitoral de Girão. 


Uma mulher foi reclamar com Girão por conta de uma baderna e ele teria dito na localidade polícia não entrava, polícia não mandava, quem mandava era ele. O filho dela foi espancado pela mãe ter ido se queixar.

Todo mundo tinha medo de Girão. Segundo relatos da época, nunca fez nada de bom para os moradores. ‘Só vinha aqui só para pegar dinheiro da Associação de Moradores e some’, relataram.

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