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Guerra interna no Quitungo por causa de parceria entre milícia e TCP pode ter motivado morte de PM em Brás de Pina

Uma guerra interna dentro do conjunto habitacional do Quitungo, em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio, é uma das razões investigadas para a morte do policial militar Hugo Maciel, ocorrida na noite da última quarta-feira (16) na Rua Pequiri.

Segundo uma das linhas de apuração, milicianos que atuam na comunidade aceitaram uma aliança com a facção criminosa do Terceiro Comando Puro (TCP) e já até teriam concordado em instalar bocas de fumo no local. Outros paramilitares, no entanto, são contra essa parceria.

Por conta desta desavença, o bando de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, chefe do tráfico na Cidade Alta, teria dado uma suposta ordem para executar milicianos que não concordam com a aliança entre o grupo paramilitar e os traficantes, como também policiais que moram na região que também discordam.

O braço-direito de Peixão, conhecido como Dino, é apontado em denúncia que está circulando como o suposto autor do crime.

Outra suspeita é de que Hugo tenha sido morto por milicianos que atuam na Bento Cardoso, na Penha.

Especula-se que o Comando Vermelho da Penha também planeje invadir o Quitungo, além da própria Cidade Alta, um desejo antigo.

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