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Investigação revelou como era a hierarquia do tráfico no Pavão-Pavãozinho (CV)

Uma investigação de 2018 revelou como se organizava o tráfico no Morro do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Ela terminou com a condenação de um traficante no ano passado. Havia uma relação direta com comparsas do Morro do Vidigal.

O comando do crime na favela era de Leonardo Serpa de Jesus, o Léo Marrinha, que foi morto em 2020 durante uma operação no Complexo do Alemão, na Zona Norte. 

Abaixo dele, havia o traficante de vulgo Timbão, que era o gerente-geral que controlava o abastecimento dos pontos de venda de drogas e realizando a contabilidade das cargas vendidas por seus subordinados. 

Depois, tinha Rodrigo Wendell, Renée Vitor e Jucélio, que atuavam como gerentes assistentes. Humberto da Conceição prestava segurança pessoal a Léo Marrinha.

A investigação começou depois de operações deflagradas pela PM  sendo certo que em uma delas houve a apreensão de um caderno contendo anotações relativas ao tráfico do local . Neste caderno constavam diversos contatos telefônicos de indivíduos ligados ao tráfico, bem como referências dos cargos por eles ocupados. 
Assim, a Justiça autorizou a interceptação telefônica e demais medidas de natureza cautelar. 

Fizeram parte do trabalho também depoimentos de indivíduos que integravam a organização criminosa e foram presos em flagrante. 

A identificação de Rodrigo Wendell, condenado na ação, ocorreu após ele entrar em contato telefônico com o traficante Timbão, , auxiliando-o na distribuição das drogas entre as bocas de fumo e na arrecadação de dinheiro da comercialização dessas substâncias. 

Ele pegou quatro anos e dois meses de prisão. 

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