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Johny Bravo da Rocinha (CV) atua como narcomilícia, abriga estupradores e tem até lançador de mísseis, apontam denúncias

Uma pesquisa elaborada pelo Disque Denúncia a pedido do Informe Agora aponta que o chefão do tráfico na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo, deu continuidade a uma espécie de narcomilícia que já existia na época em que Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, estava a frente da comunidade: detém o domínio da venda de gás e distribuição de sinal furtado de internet e tv a cabo. Além disso, cobra taxas de segurança, moradia e estabelecimento, variáveis de acordo com o tamanho dos mesmos, bem como de mototaxistas e motoristas de kombi/van que servem à comunidade.  


Segundo o relatório, Rogério 157 teria tanta admiração por Bravo que pretende presentear o criminoso com o Complexo de São Carlos, no Estácio, na Região Central do Rio, caso vença a guerra pelo controle do território que vem sendo travada há meses com a facção rival .

A quadrilha de Bravo conta com amais de 100 criminosos, que portam diversos fuzis e outras armas de guerra, inclusive um lançador de misseis. 
O bando agrega bandidos das mais diversas espécies de crimes, sejam traficantes, assaltantes, estupradores, homicidas etc.


O grupo costuma ficar baseado na localidade conhecida como Terreirão, a antiga quadra esportiva no pico do morro, considerada pelos indivíduos como seu Quartel General e no final da Travessa Mesopotâmia, próximo ao Largo do Boiadeiro, todos os finais de semana, por volta de 2 horas da madrugada, com diversas prostitutas. 


Vaidoso, Bravo usa roupas e calçados de grife por baixo de coletes a prova de balas, relógios, cordões, pulseiras e anéis de ouro e diariamente, por volta das 18h, frequenta uma academia de musculação localizada próximo a uma clínica psiquiátrica, na localidade conhecida como Morama.


O traficante não deixa de frequentar os bailes funk organizados pela quadrilha, seja na Rocinha ou em outras comunidades.
Um dos seus locais preferidos é um bar que fica na localidade de Laboreaux, local que organiza bailes todas as sextas-feiras. 
Outro baile frequentado por Bravo acontece na Via Ápia, todos os sábados, a partir das 22h30. 


Fora da Rocinha existem denúncias recentes sobre a presença dele em bailes funk na comunidade de Manguinhos e no Complexo da Penha. ,


 Entre os criminosos integrantes da quadrilha  foram mencionados no Disque Denúncia Leandro Pereira da Rocha, o Bambu, Josué Neves, Da Nike ou Dez, que é o chefe da sua segurança, além de Vidigal, Boca Mole, Russinho e Zork.


Também foi mencionado por denunciantes que diversos integrantes de sua quadrilha são oriundos da quadrilha da Cidade de Deus.


Bravo teria imposto também na comunidade um presidente da Associação de Moradores da Rocinha. 


Foi registrada uma denúncia em que afirmaram que havia criminosos do PCC atuando em parceria com os traficantes de drogas da Rocinha.  

A primeira denúncia sobre Bravo  foi registrada no dia 02 de Outubro do ano de 2017 e nela, o criminoso já era apontado como líder do tráfico na Rocinha.


No relato, o então “braço direito” do “157” recebeu ordens do chefão (preso), para determinar que os moradores da comunidade invadissem as pistas da Auto Estrada Lagoa Barra em protesto contra a operação policial que ocorria na naquela data. 


Após essa primeira e até o encerramento desse relatório, havia 22 denúncias sobre o criminoso cadastradas no Disque Denúncia.

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