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Justiça decidiu há dois anos que traficante que executou dois estudantes na Palmeirinha (CV) sem motivo ia a júri popular e ainda não marcou julgamento

Há quase dois anos, a Justiça decidiu que um traficante conhecido pelo vulgo de Ronaldinho, que está preso,  iria a júri popular pelo assassinato de dois estudantes na comunidade da Palmeirinha, em Honório Gurgel, crime cometido em 2018. Mas até agora o julgamento não ocorreu.

O irmão da vítima ítima Johan Camilo Ferreira de Freitas  disse que presenciou o ocorrido, que após chegar do trabalho, encontrou seu irmão, soltando pipa na rua. Estava indo em direção do irmão quando o acusado, se aproximou de bicicleta e efetuou disparos. 

Com esse ato, ele e as pessoas que estavam no local, se dispersaram e se esconderam. Quando acabaram os disparos, saiu de onde havia se protegido e se deparou com a notícia que seu irmão havia sido baleado e falecido. A testemunha viu o réu atirar na outra vítima,  Gabriel Santos de Souza, não viu atirar em seu irmão por ter se escondido. 

O atirador se aproximou cerca de dois passos parar efetuar os disparos. Quando saiu do local que havia se escondido, o atirador já havia montado na bicicleta e empreendido fuga. 

Soube que o acusado pertence a uma facção rival de onde eles moravam e que o réu estaria fazendo diversos atentados na sua comunidade (Palmeirinha; Facção ´Comando Vermelho´). O acusado tinha o apelido de ´Ronaldinho´ e pertencia ao ´3° Comando Puro´. 

Estava ocorrendo uma briga por território na região. Ambas as vítimas eram estudantes. Não havia um motivo específico para matarem os dois adolescentes, foi uma retaliação, ´pra mostrar que eles mandavam na região´.
Contra Johan não havia nenhum tipo de envolvimento com o tráfico da comunidade. A comunidade próxima à da ´Palmeirinha´, se chama ´Muquiço´ e era controlada ´3° Comando Puro´.

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