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Justiça mandou soltar traficante dois dias depois dele ter supostamente matado três pessoas

A Justiça do Rio mandou soltar no dia 9 de agosto um homem que é suspeito de, dois dias antes, matar três pessoas em Honório Gurgel, na Zona Norte do Rio.


Renan dos Santos Suares foi preso na mesma época em flagrante por outro crime: suposta resistência contra policiais civis. Em audiência de custódia na 1ª Vara Criminal de Madureira em 09/08, a Corte concedeu-lhe liberdade provisória sem fiança desde que cumprisse medidas cautelares

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1) Proibição de se ausentar da Comarca em que reside sem autorização prévia por prazo superior a 10 (dez) dias (artigo 319, inciso IV, do CPP);
2) Comparecimento mensal ao Juízo para informar e justificar suas atividades – até o dia 10 de cada mês, independentemente de intimação, a partir do mês de setembro – 1ª Vara Criminal – Regional Madureira. (artigo 319, inciso I, do CPP);
3) Não se mudar sem informar o novo endereço ao juízo competente; Deve constar no alvará de soltura que é de exclusiva responsabilidade do indiciado o acompanhamento do processo junto ao TJRJ, devendo manter atualizados seus dados, comunicando qualquer alteração do seu domicílio.


Em 4 de setembro, porém, a Justiça (4ª Vara Criminal da Capital) aceitou denúncia contra Renan por homicídio qualificado. Narra a acusação que, no dia 07 de agosto de 2020, por volta das 4h30min, no interior da residência situada na Rua Doutor Antônio Leal, nº 152, casa 01, no bairro Honório Gurgel. Teria o denunciado efetuado disparos de arma de fogo contra Renato Sant´anna Martins, Filipe dos Santos Silva e Gustavo Correia Rodrigues dos Santos.

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Há indícios de autoria, conforme depoimento de uma testemunha que apontou Renan como o suposto autor dos disparos que vitimaram os três rapazes.

Segundo a decisão, o acusado não ostenta condições subjetivas favoráveis, diante do relatório de vida pregressa ostentando várias outras anotações criminais.

Foi decretada a sua prisão preventiva com mandado com prazo de validade de 20 anos. 

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