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Líder de milícia em Nova Iguaçu decidiu matar para reduzir número de membros e aumentar lucro individual de cada um

Investigações feitas pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) revelam que milicianos que pretendiam se estabelecer no bairro da Cerâmica, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, cometeram dois homicídios em menos de um mês entre setembro e outubro do ano passado.


Um dos crimes foi cometido porque o líder do grupo resolveu diminuir o número de integrantes do bando de modo que o dinheiro fosse dividido por uma quantidade menor de pessoas e o lucro aumentasse.


O primeiro homicídio foi contra Leandro Consentino, vulgo Velho, cometido em 24 de setembro. Velho fazia parte da organização criminosa.

A segunda vítima da milícia foi Alexandre Araújo de Brito,  morto em 18 de outubro, na Rodovia Presidente Dutra. 


Alexandre foi morto porque era amigo de Velho. Os milicianos acreditavam que ele podia se vingar da morte do colega e se anteciparam aos fatos. 
Quatro pessoas, entre eles dois irmãos e um parente, respondem pelo crime de Alexandre. Dois estão presos. 


Uma testemunha da morte de Alexandre relatou que, três dias após o crime, um dos milicianos foi até a sua loja para sondar se a família da vítima faria alguma coisa. O paramilitar continuou passando de moto na porta do comércio da depoente continuamente. 


Além da milícia da Cerâmica, os milicianos tinham uma segurança em um condomínio da Caixa Econômica no bairro da Barroca, no mesmo município. 

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