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Mulher acusada de matar filha de ex-namorada já havia esfaqueado outra por ciúmes. Justiça decretou prisão em outubro


A Justiça traz detalhes sobre o crime bárbaro que chocou o Rio de Janeiro no mês de setembro: o assassinato de Kamyle Vitória Alves da Silva, que foi morta supostamente pela ex-namorada da mãe, identificada como Danielli de Oliveira Amancio, que teve a prisão preventiva decretada em 21 de outubro e está foragida. 

O crime ocorreu em Inhoaíba, na Zona Oeste da capital. A acusada não aceitava o fim do relacionamento com a mãe da vítima.

Ela é citada por familiares como uma pessoa ciumenta e obsessiva e que já teria dado uma facada em uma outra namorada por ciúmes sete anos antes da morte de Kamyle. 

Segundo os autos, Danielli teria enforcado a adolescente . Narra a denúncia, que a suspeita teria aguardado a mãe sair para o trabalho para então ir até o quarto de garota e agredi-la fisicamente, desferindo golpes e amarrando-a com uma corda.

O suposto crime foi praticado mediante emprego de asfixia. Por fim, narra a inicial que o delito teria sido perpetrado de modo que impossibilitou a defesa, uma vez que Danielle teria supostamente atacado Kamyle enquanto esta dormia. 

A mãe da adolescente contou que estava trabalhando quando recebeu um telefonema para que fosse para casa. Ao chegar na sua residência foi informada pelos PMs que Danielli teria confessado que havia assassinado a filha. 

Narrou a mãe que tinha um relacionamento amoroso com a suspeita e que ambas residiam com a filha da depoente. Disse que acredita que o crime foi cometido pelo fato de Danielli não aceitar o término do relacionamento. 

Disse que a ex-namorada era ciumenta, possessiva e usuária de drogas. 
A irmã de Danielli disse em sede policial, que estava na residência de sua mãe quando Danielli chegou dizendo ´Eu matei a Kamyle e está lá no saco preto’. Sua mãe e a depoente ficaram surpresas e não acreditaram.

Narrou que por não acreditar em Danielli resolveu ir até a residência de Kamyle, sendo acompanhada pela acusada. Chegando lá, Danielli apontou para um saco preto dizendo ´Ta aí ó´. 

Disse que Danielli portava uma mochila e deixou o local não informando para onde iria. A irmã retornou à casa de mãe e de lá acionou a polícia. 
A mãe da acusada disse que sua filha é pessoa violenta e sempre foi assim desde criança

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