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Novo chefe da maior milícia do Rio ainda é pouco denunciado pela população

Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, assumiu a liderança da milícia Liga da Justiça com a morte do irmão Wellington, o Ecko, em junho, mas continua meio que desconhecido da população.

A Central do Disque Denúncia só recebeu 21 denúncias contra o miliciano nos últimos quatro meses depois que virou chefe da quadrilha. No banco de dados do órgão, há 75 informações.

É oferecida uma recompensa de R4 1 mil para quem prestar informações que ajudem na sua captura, valor inferior ao que era pago a Ecko (R$ 10 mil) e Tandera (R$ 5 mil).

Zinho já atuava em parceria com o irmão, trabalhando como contador, era responsável pelas financias realizando a lavagem de dinheiro da milícia

Ele seria sócio de uma empresa de extração de Saibro que segundo informações era utilizada para a
lavagem de dinheiro da quadrilha.

Poucos dias depois da morte de Ecko, Zinho buscou fortalecer as alianças com os homens de confiança do irmão, já com intuito de assumir o comando de toda a milícia da Zona Oeste.


Ele é procurado pela justica pelos crimes de porte e posse Ilegal de arma de fogo, além de organização e associação criminosa Recentemente ocorreu uma operação policial na casa de Zinho, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, sendo apreendido mais de cento e vinte mil reais e uma grande quantidade de joias. A casa onde era morava foi
avaliada em torno de um milhão e meio de reais.


Segundo as informações recebidas, as três maiores milícias que atuam no Estado do Rio de Janeiro estão rachadas. O miliciano Macaquinho que atua no bairro de Campinho e parte da Praça Seca estaria avançando para Curicica em Jacarepaguá e a do miliciano Tandera que é mais forte na Baixada Fluminense estaria entrando em
Manguariba (Paciência).

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