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Para STF, PM apontado como segurança de Rogério Andrade pode ter tido motivos próprios para matar Fernando Iggnácio

Segundo relatório do Supremo Tribunal Federal, um policial militar acusado de cuidar da segurança do bicheiro Rogério Andrade pode ter agido por motivo próprio para mandar matar o também contraventor Fernando Iggnácio. Lembrando que o órgão revogou a prisão de Andrade neste caso. 


De acordo com o documento, ele seria uma espécie de arrendatário de uma área de propriedade de Rogério e que Iggnácio teria estipulado um valor de quatrocentos mil reais por sua morte, o que poderia levar o policial a ter motivos próprios para matar a vítima.

A investigação inicial apontou que esse PM teria contratado a mando de Rogério os executores para o crime.


Um disque denúncia narrou que um outro homem, que não está na relação dos réus do crime, teria sido o mentor da morte e contratante dos executores e, ainda, que as armas do crime estariam em sua casa.


Essa pessoa confessou que esteve com Rogério de Andrade na manhã do crime e que ficou em um shopping do bairro da Barra da Tijuca por duas horas. Ela percorreu um trajeto idêntico ao dos executores, em determinadas ruas, minutos depois que esses passaram por ali após praticarem o crime. 


Segundo o relatório, , o Ministério Público entendeu que a Polícia precisa investigar a possível participação deste homem mais a fundo.

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