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Peixão (TCP) foi condenado a seis anos por montar um ‘império’ em Nova Iguaçu que tinha a proteção de maus policiais

O chefão do tráfico na Cidade Alta, Parada de Lucas e Vigário Geral, na Zona Norte do Rio, Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, foi condenado no início do ano a seis anos e dois meses de prisão por sua atuação no comando de favelas de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A notícia  não saiu em nenhum lugar até agora.


Peixão era o 01 da associação criminosa estabelecida para o tráfico de drogas, com claro intuito de metástase, resolveu ampliar sua atuação implantando o tráfico de drogas em diversas comunidades situadas na comarca de Nova Iguaçu, dentre elas Buraco do Boi, Aymoré, Inferninho e Três Campos tornando – as subordinadas e devidamente abastecidas com armas e entorpecentes pelo chamado “quartel general” do facção também conhecido como Parada Geral”.

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A quadrilha contava com um taxista que atuava no tráfico de entorpecentes, como motorista responsável pelo transporte dos auxiliares denominados de “mulas” entre as comunidades integrantes da mesma facção.


A organização para garantir tranquilidade no desempenho das atividades ilícitas idealizadas contava com a colaboração de diversos policiais militares, que, além de garantir a mínima intervenção policial nas localidades com tráfico de entorpecentes, prestavam preciosas informações sobre incursões policiais com a finalidade de permitir aos traficantes o êxito na evasão, recebendo para tanto da associação criminosa vultosas quantias, previamente ajustadas com os associados da facção denominados “sintonias”, para posterior entrega, realizada pelos integrantes da associação rotulados de “correria”.

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Um policial civil, por sua vez, recebia dos integrantes da mencionada facção somas em dinheiro em espécie para prestar informações sobre incursões policiais nas localidades comandadas pelo TCP das quais teve ciência em razão do cargo que desempenhava na 56ª Delegacia de Polícia.

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