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Peixão (TCP) pagaria R$ 750 semanais a um radinho. Veja quanto ganhariam os olheiros em algumas favelas do RJ

Depoimento de suspeitos presos à polícia e a Justiça revelam quanto ganham quem trabalha como radinho ou olheiro (aqueles que avisam sobre a chegada da polícia) para o tráfico de drogas em favelas do Rio. A remuneração varia de acordo com a localidade e podem ser semanais, diárias ou mensais,


Em uma comunidade do TCP em Bangu, por exemplo, um radinho faturaria R$ 70 por semana. 


Na comunidade Ana Clara, em Duque de Caxias, o preso disse que recebia R$ 40 por dia. 


Na mesma cidade, mas na comunidade Vai Quem Quer, seria R$ 50 por dia ou R$ 350 por semana. 


Na localidade do Pontilhão, no Jacarezinho, um suspeito relatou que receberia R$ 30 após o final do plantão.


No Cação, em Itaguaí, um radinho ganharia R$ 300 semanais. 

No Rato Molhado, no Engenho Novo, é de R$ 20 a R$ 30 por dia.


Na comunidade da Beira Pica Pau, em Cordovil, o traficante Peixão se pagaria R$ 750 mensais a um radinho. 


Em Acari, seria R$ 50 diários. 


Na comunidade BNH, na Marambaia, em Itaboraí, os ganhos seriam de R$ 30 por dia. 


No Parque Aldeia, em Campos dos Goytacazes, se pagaria R$ 150 semanais ao informante.


Na Favela 77, em Bangu, são R$ 50 por semana.


O olheiro da ADA (Amigos dos Amigos) em Macaé chega a receber R$ 300 por semana, mesma remuneração paga na Favela do Rasta, em Duque de Caxias e na Palmeira, em Belford Roxo. 


Para efeito de comparação, um gerente da ‘maconha’ ganharia no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, a quantia de R$ 1.000 por semana. 


Vapores, aqueles que vendem drogas, podem receber R$ 200 por semana, como ocorre em uma comunidade do TCP em Campos. 

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