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Pequenos traficantes presos revelam quanto ganham no mundo do crime

Depoimentos de presos à Justiça revelam mais ou menos quanto ganham pessoas que servem ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro. O Informe Agora fez um apanhado dos casos relatados por suspeitos de baixo escalão na hierarquia das quadrilhas nos últimos anos. 


Um suspeito que trabalhava como radinho na Favela de Acari, na Zona Norte do Rio, revelou que receberia por dia em torno dos R$ 200. Mensalmente, poderia ganhar R$ 6.000.


Um adolescente, cuja comunidade não foi revelada pela Justiça, contou que recebia por dia R$ 140 para atuar como segurança de traficantes. Por mês, isso daria R$ 4.200. 


Há locais que os colaboradores recebem por carga vendida. 
Na comunidade do São José, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, a carga vendida valia R$ 500 ao colaborador. 


No bairro de Alto da Olaria, em Nova Friburgo, na Região Serrana, a carga comercializada valia R$ 150 para o vendedor. 


Na comunidade da Caixa D´Água, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, cada comercialização vale R$ 100. 


No Lixão, em Duque de Caxias, o vapor embolsava R$ 50 por cada carga vendida., mesmo valor pago na localidade do Badu, também em Caxias. 


Na Vila Rosali, outra comunidade de Caxias, por cada carga vendida, o colaborador ganhava R$ 100. 


Em Itaguaí, se pagava ao colaborador R$ 50 por carga vendida de maconha e R$ 80 de cocaína. 


Um adolescente preso também contou que recebia R$ 100 por venda mas o local não foi revelado.


No Morro do Soldado, em São João de Meriti, cada carga vendida valia R$ 50 para o colaborador.  Na comunidade da Linha, também em Meriti, esse serviço valia entre R$ 25 e R$ 50.


Na Vai Quem Quer, em Caxias, também era pago R$ 50 pela carga vendida. 


A função de atividade (vigília) rendia, por semana, R$ 200 a um colaborador do tráfico no município de Magé. A mesma função rendia R$ 250 semanais na Favela Beira-Mar, em Caxias. 


Um outro radinho falou que ganhava R$ 250 semanais no Morro do Abacaxi, em Niterói.


Em Parada de Lucas e Vigário Geral, o tráfico pagava R$ 50 por dia para os radinhos. 


Na Nova Brasília, em Niterói, o radinho ganhava R$ 400 mensais. 
Na Vai Quem Quer, um olheiro contou que recebia R$ 300 por semana. 


Em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, um guardador de armas e drogas da quadrilha ganhava R$ 300 semanais pelo serviço. 
R$ 500 semanais era a quantia que recebia um colaborador do tráfico para guardar drogas em favela não informada já que o processo corre em segredo de Justiça. 


Em outra comunidade não especificada, guardar drogas, armas e apetrechos do tráfico valia R$ 150 por semana. 


A segurança do traficante Esquilo valia R$ 500 por semana a um adolescente. 


Em Mesquita, também na Baixada, um colaborador do tráfico contou que recebia entre R$250,00 a R$300,00 por semana para trabalhar para a quadrilha. 


Na comunidade São Simão, em Queimados, um trabalhador do tráfico contou que ganhava por semana R$ 350 sem especificar função. 

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