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PM condenado a 16 anos por envolvimento com milícia é expulso da corporação por conta de arsenal achado em sua casa

Condenado a uma pena de 16 anos e nove meses de prisão em regime fechado por acusação de envolvimento com uma milícia, o policial militar Igor Ramalho Martins acaba de ser excluído da corporação por outra acusação. 


A PMERJ decidiu pela sua expulsão por conta de uma ação da Polícia Civil em sua residência, em Nova Iguaçu, que resultou na apreensão de uma mira, uma mira telescópia,  dois trilhos Picatinny para fuzis de assalto; uma pistola marca Bul Cherokee, cal. 9 mm; uma pistola marca Glock, camuflada, cal. 40; sete carregadores de pistola; cinco cartuchos cal. 12; três cartuchos cal. 7,62; quatro cartuchos cal. 5,56; 22 cartuchos cal. 9 mm; 33  cartuchos cal. 380; oito cartuchos cal. 40; um cartucho cal. 45 mm; 06 seis cartuchos cal. 32; duas algemas; três capas de colete; uma granada; um rádio comunicador.


‘Ele demonstrou absurda falta de comprometimento, afetando sobremaneira o decoro da classe e descumprindo preceitos éticos e estatutários em vigor na Corporação’, dizem os autos publicados no boletim interno.

O policial na época  rechaçou que o armamento encontrado no interior de sua residência fosse de sua propriedade, alegando que teriam sido coladas no local por policiais civis. Ele era lotado no 3º BPM

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