Baixada FluminenseCasos de Políciamilícia

PM é suspeito de integrar milícia atuante e não reprimida em Belford Roxo

Um policial militar é suspeito de integrar uma milícia em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A função dele é comercializar armas de fogo para o grupo.


Essa organização paramilitar  se organiza em forma de franquias, atuando em cooperação no município e não tem sido alvo de operações policiais.

Há uma denúncia feita em 2018, quando houve operação e prisão de suspeito por conta de um homicídio contra um policial militar que era contra as atividades do grupo , mas depois disso, nada mais foi feito.


Entre a atividades observadas indicavam envolvimento do grupo em agiotagem, extorsão, comércio ilegal de armas, monitoramento de seus territórios, alertas quanto à futuras operações policiais, domínio sobre o transporte alternativo, e homicídios na região, realizados com o intuito de “manter a ordem” no local”. Os bandidos usam até kit rajadas.


O líder do grupo, segundo as investigações, é Anderson da Silva de Farias, o Japonês, que domina a “maior franquia” integrada pelos “bairros de Sargento Roncale, São Vicente, Santa Maria, Babi, Igrejinha (Prata), Carecão e Pombal”.


Japonês é um miliciano antigo na região. Ele respondeu a processo na Justiça de 2011 por integrar grupo paramilitar. 


O processo atual contra a milícia de Belford Roxo corre em segredo de justiça e não se têm muitas informações sobre o grupo. 

Mostrar mais
Botão Voltar ao topo