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Polícia Federal destrinchou o quem é quem no tráfico na Rocinha e no Vidigal, ambos CV. Saiba mais

Uma investigação da Polícia Federal destrinchou quem é quem no tráfico na Favela da Rocinha e no Morro do Vidigal na Zona Sul do Rio, que voltou às manchetes nesta semana com novas denúncias de cobranças de taxas a comerciantes. 


Como o trabalho foi feito em 2018, é possível que os postos podem ter mudado e alguns traficantes tenham sido presos ou mortos mas o quadro apurado era essa na época. 

Segundo essa investigação, o bandido de vulgo Gênio se tornou o líder da comunidade logo após a prisão do chefe, Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157. 


Entretanto, em pouco tempo, Gênio foi destituído do cargo por 157 e assumiram os criminosos Johny Bravo e Bambu. Gênio, no entanto, continuou com posição de destaque na quadrilha. 


O traficante Jabá se tornou o gerente-geral em virtude de seu perfil mais violento.


Outros criminosos da linha de frente eram Catatal e Da Nike, sendo este último integrante do Bonde do 157.


Gavião era o gerente da localidade de Parque da Cidade.  


Gordinho ficava responsável pela contabilidade em diversos pontos de venda da comunidade da Rocinha, possuindo sob seu comando diversos traficantes em escala hierárquica inferior, como 2C, 
Estressado, ao lado dos traficantes “Polegar” e “Caretinha”, era um dos homens de confiança de Bambu”, sendo responsável por prestar constas a ele e repassar as suas ordens aos demais integrantes da associação.


Bolacha era segurança de Bambu.
Rato e Ralf ou Corolla, JR, Leléu, Dedeu, Psico, Fofão  eram responsáveis pela comercialização das drogas nas “bocas de fumo” da Rocinha. 


Kikinho  atuava como plantonista numa das “bocas de fumo” da Rocinha.

Loura exercia a função de olheira, em pontos estratégicos da comunidade, informando o posicionamento de forças policiais que adentrassem a comunidade.


Pará e Rodrigo eram mototaxistas da Rocinha e auxiliavam os demais integrantes da associação, informando o posicionamento de forças policiais que adentrassem a comunidade.


Magrinha  exercia a função de “vigilância”, informando o posicionamento de forças policiais que adentrassem a comunidade, , como também, de “leva e traz” do tráfico, transportando dinheiro e drogas entre os demais integrantes da associação.


No vizinho Morro do Vidigal, o líder é o traficante Garcia. Seu principal auxiliar era Buiu – 

Zé Linaldo ou Bonito e Cabide eram alguns dos homens responsáveis pela segurança do traficante “Buiu”.


Edson e David eram responsáveis pela contabilidade do tráfico na comunidade do Vidigal. 


Coroa, Pablo, Lanção eram responsáveis pela comercialização das drogas em “bocas de fumo” do Vidigal.


Betinho atuava como plantonista numa das “bocas de fumo” do Vidigal.

Cassandra, esposa do Coroa, auxiliava este e os demais integrantes da associação, informando o posicionamento de forças policiais que adentrassem a comunidade.  

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