Polícia prende um dos maiores ladrões de joalherias do Rio

A Polícia Civil prendeu neste sábado Natan Belo da Silva, apontado como um dos maiores ladrões de joalheria do Rio e procurado há vários anos.

Ele integrava organização criminosa especializada em roubos de joalherias em shoppings centers do Rio de Janeiro, possuindo 19 (dezenove) anotações criminais por roubos e 7 (sete) mandados de prisão pendentes, estando foragido desde 2016, mesmo com diversas operações policiais para prendê-lo que resultaram em apreensões de armas, drogas e prisões de outros integrantes da quadrilha.

A ação de hoje foi realizada com dados precisos de inteligência, em momento oportuno, sem qualquer efeito colaterais e/ou disparos de armas de fogo.

Natan é ligado a facção Comando Vermelho e faz parte do tráfico de drogas do Morro do Fallet e Fogueteiro, cujo comando estão nas mãos do traficante Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho do Fogueteiro.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciária, consta que Natan encontra-se na condição de Evadido do Sistema Prisional desde 23/09/2016, quando estava no regime aberto e não retornou a Casa do Albergado Crispim Ventino.

Durante os anos de 2016 e 2017, a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), após oito meses de investigação, identificou e indiciou 32 criminosos atuantes em diversos roubos a joalherias situadas no interior de shoppings. Foram instaurados 19 inquéritos na DRF para apurar roubos a joalherias ocorridos entre os anos de 2016 e 2017. Destes, 14 foram concluídos e encaminhados à Justiça com representação pela prisão dos autores.

As investigações apontaram a existência de quatro grandes quadrilhas responsáveis pelos crimes. Foram expedidos pela Justiça 45 mandados de prisão.

Ainda restam foragidos os nacionais (1) Leandro Gonçalves Ribeiro dos Reis, o “Bizunguinha do Fallet” e (2) Douglas Silva dos Santos, o “Sansão” e (3) Jimmy Medina Ávila, vulgo “Chileno” e (4) Rafael dos Santos Oliveira todos homiziados na comunidade Fallet/Fogueteiro e com dezenas de mandados de prisão pendentes.

As diligências seguirão para prisão dos foragidos nas comunidades em que se escondem.