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Policiais federais se infiltraram em grupos de WhatsApp para investigar PCC no Rio

Policiais federais se infiltraram em grupos de WhatsApp para investigar a presença de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Rio. 


Segundo o Ministério Público, integrantes da organização criminosa mantinham comunicação e realizavam conferência utilizando o aplicativo através de grupos por eles administrados e a infiltração policial virtual era medida que cabia como forma de obtenção de elementos de prova. 


A Polícia Civil descobriu mais um elo da facção paulista com bandidos do RJ. Ele seria Adriano Pereira de Souza, o Cigano, que foi preso em abril na Favela Parada de Lucas com munições e carregadores. A área é reduto do Terceiro Comando Puro (TCP) e de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Cigano seria tesoureiro do PCC em São Paulo e teria vindo para o Rio para negociar drogas com os bandidos cariocas. 

O processo contra integrantes do PCC no Rio tem 21 réus e foi aberto em 2019.

Informa a denúncia, que buscava o grupo criminoso estabelecer no Rio de Janeiro uma “extensão” da organização criminosa denominada “Primeiro Comando da Capital – PCC”, com a sua implantação consistente em estruturas secundárias denominadas “sintonias”, em conjunto com outra facção criminosa que atua há anos no estado: Terceiro Comando Puro.

A aliança entre PCC e TCP já era alvo da polícia e da Justiça desde 2014 quando surgiram informações que os dois grupos formaram uma associação criminosa voltada para o tráfico de drogas em diversos estados da federação.


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