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Presos líderes da milícia do Catiri (Bangu) que controlam áreas em Del Castilho e Engenho de Dentro também

A Força-Tarefa criada pela Polícia Civil para combater a milícia realiza, nesta sexta-feira (09/04), uma operação contra o braço financeiro da organização criminosa. A ação ocorre em localidades da Zona Oeste, como Rio das Pedras, Muzema, Curicica, Catiri, Carobinha e Santa Cruz, além do município de Seropédica, na Baixada Fluminense. Até o momento, 13 pessoas foram presas.

Participam da operação agentes de diversas delegacias. O objetivo é prender milicianos, asfixiar as fontes de renda e interromper comércios e serviços ilegais, que geram grande lucro e são explorados pela organização criminosa.  

Entre os presos, destacam-se duas lideranças da milícia do Catiri, em Bangu, capturados por policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (DESARME) e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO). Entre as apreensões, estão duas pistolas, com munições e carregadores, celulares, um veículo clonado e R$ 2.125,00 em dinheiro. Os presos foram Tiago Silva Carvalho e Alan Antunes Monteiro, respwctivamente segurança e braço-direito do chefão Marquinho Catiri.

Esse grupo também teria controle das atividades criminosas na Zona Norte do Rio, mais especificamente em Del Castilho e Engenho de Dentro, nas comunidades Águia de Ouro, do Guarda, Fernão Cardim, Belém-Belém e algumas comunidades vizinhas. Eles são uma continuidafe da antiga milícia Águia de Mirra.

A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) também participa da ação. Agentes estiveram em Seropédica, onde flagraram crimes de poluição e degradação ambiental nos areais Irmãos Unidos, Sol Nascente e Santobaia. Os gestores foram presos em flagrante.

Entre os crimes investigados estão exploração de atividades ilegais controladas pela milícia; cobranças irregulares de taxas de segurança e de moradia; instalações de centrais clandestinas de TV a cabo e de internet; armazenamento e comércio irregular de botijões de gás e água; empresas de GNV ilegais; parcelamento irregular de solo urbano; exploração e construções irregulares, areais e outros crimes ambientais; comercialização de produtos falsificados; contrabando; descaminho; transporte alternativo irregular; estabelecimentos comerciais explorados pela milícia e utilizados para lavagem de dinheiro, entre outras ilegalidades.

A ação de hoje é oriunda de investigações e trabalho de inteligência das unidades do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), por meio da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), Delegacia do Consumidor (DECON), Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), Divisão de Capturas da Polícia Interestadual (DC-POLINTER), Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), Delegacia Fazendária (DELFAZ), Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), DRACO, DESARME e DPMA, com

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