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Processo sigiloso revela supostas propinas de R$ 1.000 a R$ 2.000 a PMs pagas por traficantes do Chapadão (CV)

Investigação sigilosa revela supostos pagamentos de propinas de traficantes do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, a policiais militares.


Foram obtidas várias anotações a respeito, tais como: GAT – 1000′; ‘Hoje é o plantão do Arrego…; ‘Pagar 2.000 pro PM’; ‘Plantão do Arrego pagar 2.000.


O processo que tramita em sigilo foi aberto em 2019, já teve sentença e está na fase de apelações.

A investigação obteve dados a partir de 2016 que revelou que o comando da quadrilha era dividido entre Marcelo Piloto, Nando Bacalhau, Sobrinho e Dando.


Metade dos valores arrecadados com roubos de carga era destinada para as bocas de fumo. 

“Os amigos que pegar Souza Cruz deixar 40% para a boca do Nando Bacalhau”, revelou uma interceptação. 

Curiosa uma escuta telefônica em que uma namorada de Dando comenta que ‘ele é o ‘dono’ do morro e que tem muito dinheiro, tendo acabado de comprar um apartamento no bairro Recreio dos Bandeirantes.


Em um caderno de anotações apreendidos, constava uma remessa de R$215.000 (duzentos e quinze mil) para Marcelo Piloto que, na época, estava no Paraguai. 

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