Casos de Políciahomicídiosinvestigação

Relatório da Justiça reforça tese de que Escritório do Crime pode ter matado Bidi, Falcon, Scafura e Zé Personal

Um relatório do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aponta que há indícios da participação do grupo de matadores de aluguel ‘Escritório do Crime’  nos homicídios do bicheiro Alcebíades Paes Garcia, o Bidi (assassinado este ano),  empresário Haylton Carlos Gomes Escafura e Franciene de Souza (mortos em 2016), do policial militar Geraldo Antônio Pereira (assassinado em 2016), do então presidente da Portela Marcos Vieira Souza, o Falcon (morto em 2017), do bicheiro José Luiz  Barros Lopes , o Zé Personal (morto em 2011), Josimar de Oliveira (morto em 2011) e a tentativa de homicídio contra o PM Natalino dos Santos Rodrigues, ocorrida em 2018. 

Segundo a Justiça, há nos autos elementos, com menor grau de potencial indiciário (a exigir amadurecimento das investigações), que sugere a possível participação da organização criminosa nestes casos. 

Há outros dois crimes imputados ao Escritório do Crime em que tramitam processos na Justiça. Foram os casos das mortes do empresário Marcelo Diotti da Matta (assassinado em 2018) e do PM Anderson Cláudio da Silva, o Andinho (morto em 2019). 

 Segundo o relatório, a investigação instaurada pelo Ministério Público visou apurar possível organização criminosa, conhecida como ´Escritório do Crime´, estruturada, em tese, com o objetivo de praticar diversos delitos, em especial, incumbindo-lhes o planejamento e execução de homicídios, mediante paga ou promessa de recompensa de qualquer natureza. É composto de verdadeiros ´mercenários´, que funcionam como ‘matadores profissionais’

Cinco integrantes do Escritório do Crime são réus. Os irmãos Leonardo e Leandro Gouvea da Silva, vulgos Mad e Tonhão, João Luiz da Silva, o Gago, Anderson de Souza Oliveira, o Mugão e Alexander Moraes Rodrigues, o Russo.

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