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Relatório da PM aponta que CV planeja atacar Macacos (TCP) para distrair a polícia e invadir São Carlos (TCP) de novo

Segundo o portal Grande Tijuca (repórter Jonas Felciano), circula pelas redes sociais, um relatório que seria da Secretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro (SIPMERJ) que informa que, nos próximos dias, há a possibilidade de ocorrer mais um confronto entre traficantes do Morro do Fallet-Fogueteiro (Comando Vermelho) e do Complexo do São Carlos, (Terceiro Comando Puro) no bairro do Estácio, na Região Central do Rio.

Ainda segundo esses dados da SIPMERJ, a invasão teria início após às 22h e um dos articuladores do possível ataque seria o traficante Adriano de Souza Ramos (Pierre), que foi solto recentemente, mas está foragido na favela do Jacarezinho.

A suposta compilação de informações da SIPMERJ também diz que “Pierre” seria um homem de confiança do traficante Ricardo Severo, conhecido como “Faustão”(DQJD), líder do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, e do Complexo do Alemão. Assim como, o responsável por tratar das finanças do Comando Vermelho (CV).

Nos dados compartilhados por WhatsApp, a SIPMERJ ainda adianta que, na suposta invasão ao São Carlos, diversos grupos de traficantes partiriam das comunidades do Jacarezinho, Rocinha, Providência, Turano e dos complexos da Penha e do Alemão, além de outras possíveis localidades.

Também há indícios de que o Jacarezinho será o local de armazenamento do armamento que deverá ser utilizado na empreitada criminosa.

O relatório ainda ressalta que o plano dos traficantes do complexo do São João (Engenho Novo) é atacar os rivais no Morro dos Macacos (“TCP”), como uma forma de distração às forças de Segurança Pública, dificultando que marginais desta favela se desloquem para prestar apoio.

Diante do cenário, a orientação seria chamar a atenção para as movimentações e às dinâmicas de atuação das organizações criminosas, devendo a as organizações da Polícia Militar, que são interessadas nas localidades referidas, adotarem medidas tanto preventivas quanto repressivas. Desse modo, tal estratégia poderá minimizar danos à comunidade, bem como à tropa.

A matéria diz que o portal procurou assessoria da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) para confirmar as informações. A assessoria solicitou o relatório recebido pelo site. Entretanto, ainda não confirmou e nem desmentiu a veracidade dos dados.

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