Casos de PolíciaComando Vermelho

Saiba mais sobre Bin Laden, chefão do CV que tentou negociar com a ADA, teve fuga suspeita e se envolveu em tortura contra policial federal

Rogério Aguiar de Oliveira, o Binho ou Bin Laden, apesar de preso desde 2015, está na linha de frente da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Tentou no final de 2018, retornar para um presídio da capital fluminense mas a Justiça negou a transferência.


 Ele tem influência em comunidades da Zona Norte do Rio como Engenho da Rainha, Complexo do Alemão, Morro do Chapadão, Juramento, Complexo do Lins, além da Mangueirinha no município vizinho de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.


Relatório da Justiça informa que ele ingressou no Sistema Penitenciário Fluminense em 08/02/2002, sendo solto em 09/05/2005 e preso novamente em 19/10/2007. 


Em 03/02/2013 fugiu da Penitenciária Vicente Piragibe/RJ junto com quase 30 presos, em situação na qual paira a suspeita de ter havido corrupção de agentes públicos para facilitar tal evasão. 


No dia 11/08/2015, ele foi novamente capturado em operação policial destinada a prender as lideranças que respondiam diretamente às ordens diretas de “Marcinho VP”, líder do CV.


Além de participar ativamente nas práticas criminosas de tráfico de drogas e armas, o agravante também está envolvido em inúmeros outras condutas e extrema gravidade, como o roubo de veículos e cargas e homicídios, como no caso em que, no ano de 2007, colaborou diretamente para tortura e morte de agente da polícia federal, cuja execução fora filmada para ser exibida em bailes promovidos por estes marginais. 


Pende, outrossim, contra ele o fato de no ano de 2013 ter liderado investida para resgatar o criminoso Lindomar de Oliveira Brant, vulgo “Dodó”, evento no qual um agente penitenciário foi executado e outras pessoas ficaram gravemente feridas. 


Sua liderança ficou evidente e demonstrada quando encampou a “negociação” de sua facção criminosa com o grupo rival (ADA), à época liderada por “Celso Pinheiro Pimenta”, vulgo “Playboy”, em disputa territorial na região abrangida pelo Complexo do Chapadão e Morro da Pedreira, em Costa Barros.   

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