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Tandera chegava a cobrar até R$ 300 semanais de comerciantes em Santa Cruz

    Na comunidade em que Danilo Dias Lima, o Tandera, começou no crime, a Jesuítas, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, comerciantes pagavam semanalmente à milícia de R$ 40 a R$ 300. 


Já os moradores eram obrigados a dar de R$ 30 a R$ 50 por semana aos bandidos.


Tandera começou encarregado de “patrulhar” e afastar indivíduos que agiam na localidade , sendo que tal atividade contava com a participação de Delson Lima Neto, 


  De acordo com uma testemunha, as atividades de exploração incidiam ainda sobre a comercialização de botijões de gás, “agiotagem”, distribuição clandestina de sinal de TV a cabo (gatonet),

Essa testemunha afirmou que o irmão de Tandera chegou a determinar o fechamento de uma de três lojas de sua propriedade onde funcionava um salão de beleza. Os milicianos mandaram recado para que não ousasse tocar as lojas e o salão. 


A mesma testemunha afirmou que o bando teria executado um promotor de eventos chamado Marcelo que teria se recusado a dar dinheiro de uma extorsão. O corpo nunca apareceu. 


Após ser preso em 2015, Tandera fugiu da Casa de Albergado Crispim Neto em novembro do mesmo ano. Na unidade, cumpria pena em regime aberto. 

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