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Tesoureiro de Beira-Mar (CV) foi condenado a nove anos de prisão

Preso em 2018 após ser encontrado baleado no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte do Rio, o traficante Gabriel Junio Pinto de Brito, o Verruga, foi condenado em janeiro a nove anos de prisão acusado de ser um dos homens de confiança de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 

Segundo as investigações, Verruga seria o tesoureiro da quadrilha de Beira-Mar.

Policiais que participaram da investigação revelaram que presos da mesma quadrilha disseram que Verruga era o chefão, patrão. Segundo os agentes, eles perguntaram os bandidos de baixo escalão a quem eles prestavam contas, quem comandava; que o vulgo dele era sempre citado.

Gabriel já tinha outra condenação. Em 2010, ele já havia pego cinco anos de prisão por tráfico. Na época, junto a outros comparsas, foi flagrado com 305,6 g de crack, 411,2 g de cocaína e 1.394,7 de maconha na Favela Beira-Mar, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Ele negou que tivesse qualquer envolvimento com a organização de Beira-Mar.

Os mesmos policiais disseram que outros dois traficantes, identificados como Trem Bala e De Austin também faziam parte do grupo, como gerentes, sendo o primeiro responsável pelo armamento e o segundo, adquiria as drogas.

Entretanto, ambos traíram o bando e foram para o Terceiro Comando Puro (TCP), tomando algumas áreas da organização de Beira-Mar, como o Barro Vermelho, também em Duque de Caxias. 

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