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Tráfico (CV) pagava até R$ 4.000 de propina a policiais em Itaguaí

Traficantes da comunidade Sem Terra, em Itaguaí, ligados ao Comando Vermelho (CV) chegavam a pagar até R$ 4.000 de propina para policiais militares, segundo escuta telefônica que consta na investigação, realizada entre os anos de 2017 e 2018.


O caso resultou em condenação na Justiça em 5 de agosto do ano passado de cinco traficantes. Ao todo, 27 suspeitos foram denunciados.  Nenhum PM foi sentenciado pois não foram citados nomes nos autos.


Segundo a apuração, o traficante Alex Café é quem detinha a palavra final sobre o pagamento de propina aos agentes públicos. O seu comparsa Cabeça era quem dava o dinheiro. 

Café se escondia no Rio antes de ser capturado e continuou a mandar de dentro da cadeia. Decidia inclusive sobre castigos a serem aplicado, inclusive a morte, a quem atuasse em contrariedade com seus anseios e determinações.


A quadrilha oferecia  benefícios financeiros, como espécie de previdência, a chamada ´Caixinha´, pago a integrantes do bando que porventura estivessem presos. A prisão não cessava a vinculação ao descrito tentáculo da facção ´CV´ a mera circunstância do traficante associado ter sido capturado.  

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