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Tráfico de armas rolava solto entre os milicianos de Rio das Pedras. Veja conversas

Investigações revelaram que as comunidades de Rio das Pedras e Muzema viraram um balcão de negócios de armas pesadas, que era comandado por Antônio Nunes Lopes, que negociava o material com milicianos.


As conversas eram pelo aplicativo WhatsApp.


Em uma delas, ocorrido no dia 29/09/2018, Antônio ofereceu  uma arma ao miliciano Laerte, pelo suposto valor de R$ 7.000,00. Anteriormente,  haviam mencionado a quantia de mil reais. Naquela ocasião, durante a tratativa, foram trocadas fotografias do que seria o objeto em negociação sob diferentes ângulos. Antônio teria tido que venderia a arma rapidamente na Zona Sul.

Em 14/10/2018, em conversa com Laerte, o acusado Antônio ofereceu uma pistola da marca Bersa, modelo TPR9,
calibre 9mm, mais dois carregadores do mesmo calibre, municiados,, inclusive com envio de fotos do armamento.
Naquela ocasião, Laerte indagou a Nunes Lopes o preço do material;


Em troca de mensagens entre os mesmos no dia 01/11/2018, o acusado Nunes enviou fotografias de uma pistola .45, bem como de um carregador municiado. O preço era de R$ 10.000,00.


Houve nova interação entre os dois no dia 09/11/2018, momento em que o réu propôs a Laerte a entrega da arma como pagamento por uma dívida.


  No dia 13/11/2018, Nunes Lopes enviou vídeo a Laerte de indivíduo portando revólver, perguntando a ele quanto pagaria pela arma de fogo

Em 01/12/2018, Antônio expôs à venda, oferecendo novamente a Laerte uma pistola, marca Colt, modelo Mustang, calibre .380, momento em que lhe enviou duas imagens.

E, 10/12/2018, a oferta a Laerte foi de uma pistola marca Taurus, quando Nunes envipi aquela uma fotografia do armamento, seguida da mensagem “Pega”,


 No dia 13/01/2019, Antônio encaminhou ao mesmo  vídeo de um fuzil com dez carregadores, indagando o valor do material, ao que foi respondido que precisaria confirmar o calibre e testar.

 
Em continuação, o acusado informou a Laerte que se tratava de um fuzil AR-10, que poderia vende-lo por “50 (R$ 50 mil), depois dizendo que valeria “35 (R$ 35 mil”, com o que este último concordou.  

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