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Três mulheres foram condenadas pelo envolvimento com uma milícia em Itaboraí

Três mulheres foram condenadas pelo envolvimento com a milícia de Itaboraí. Pegaram quatro anos de prisão. 

Foram sentenciadas Deiseane Cristina da Silva Souza, Taiana da Silva Santos Neves e Teresa Cristina de Oliveira.

 Consta dos autos que, no ano de 2020, policiais militares lotados no 35ª BPM realizavam diligências pelo bairro Visconde de Itaboraí visando reprimir a ação de milicianos na região, quando se depararam com as denunciadas numa calçada em atitude suspeita e, ao abordá-las foram encontrados cadernos com anotações referentes à cobrança de taxa de segurança, carimbos com a inscrição ´pago´, cartões com campos para preenchimento do nome, endereço e meses do ano, telefones celulares e a quantia de R$ 48,00 em espécie.

 Cabe ressaltar que, durante a abordagem policial, Teresa  recebeu uma ligação de um homem o qual informou que estava indo ao seu encontro para darem início às cobranças das taxas de segurança impostas aos moradores pela milícia. .


Assim, os policiais dirigiram-se à Avenida Presidente Médici, onde encontraram o suspeito, de nome Wallace (também condenado na ação), ocasião que foi apreendido material semelhante ao que estava na posse das demais, qual seja: cadernos contendo a indicação das ruas, listas com nomes de moradores, seus endereços e a informação do valor de R$ 25,00  alguns com a indicação de que a taxa já foi recolhida em data pretérita

 De acordo com os policiais, os denunciados confessaram no local que estavam trabalhando para a milícia, efetuando o recolhimento da chamada ´taxa de segurança´, esclarecendo, ainda, que no dia 15 de cada mês a cobrança era realizada na região conhecida como ´OTL´ e no dia 05 a cobrança era realizada no restante do bairro Visconde, sendo que cada área possuía um talão de cor diferente.

Os acusados disseram que  ganhavam R$500,00 quinzenalmente, eram da Zona Oeste do Rio e que Deiseane era quem comandava o grupo

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