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Veja o perfil de alguns criminosos de outros Estados que a polícia diz que estão escondidos no RJ

O InformeAgora traz aqui o perfil de alguns dos bandidos de outros Estados que estariam escondidos em comunidades do Rio de Janeiro, segundo informações passadas pela Polícia Civil à imprensa carioca. Alguns dos citados pela mídia já estão presos.


Um dos alvos da operação hoje no Complexo do Alemão era  Sidmar Soares dos Santos, o ‘Bolota, traficante da Bahia, Ele é procurado por tráfico de drogas, de armas e homicídio. Atua nos municípios de Jequié e Itabuna e ocupava a posição de Ás de Copas’ do  Baralho do Crime, elaborado pelo Disque Denúncia que apresenta o rostos dos procurados do estado de forma lúdica.


Bolota foi condenado a 18 anos de prisão por dois homicídios. 

Interceptações telefônicas feitas pela polícia baiana revelaram que ele era o líder do grupo Raio A, uma ramificação do Comando Vermelho que atua no Morro dos Macacos, em Itabuna,  sendo o responsável por ataques a rivais, além de ser o encarregado pelas armas e munições de sua organização criminosa. 


Outro bandido do Raio A escondido no RJ é Manoaldo Falcão Costa Junior, o “Gordo Paloso”, que ocupava a posição de ‘Rei de Paus’ no baralho do crime. Ele comandava o tráfico na Bahia diretamente do Rio de Janeiro, onde se esconde no Complexo de Manguinhos.


A Raio A rivaliza em Itabuna com outra facção, a DPM, que é próxima do Primeiro Comando da Capital (PCC).


Outro alvo na Penha era Carlos Alexandre de Oliveira Rua, o Xande, atuante no Estado do Pará, mas que chegou ao Rio na década passada para praticar roubo a banco. 


Havia uma aliança do CV com esses bandidos paraenses. Os criminosos do Rio davam apoio logístico e até mesmo permitiam que alguns deles traficassem nas suas áreas.

Adalberto Salomão Guedes da Silva, o Professor, era outro alvo na Penha”. Fugititvo de uma cadeia de Manaus, ele tem 14 processos em andamento e já foi preso por homicídio, tráfico, roubo, porte de arma de fogo e uso de documento falso.

O bandido Nem Catenga, de Alagoas, se refugiava no Complexo do Alemão. Ele faz parte da Família Moreno, que era composto por criminosos que aterrorizavam Maceió. 

O “Poder” da família “Moreno” era tanto que chegava-se ao cúmulo de integrantes da quadrilha e algumas pessoas – entre os quais comerciantes – colocarem em seus carros, residências, pontos comerciais e motos – adesivos com a frase: “Amigos de Caetano”, homenagem ao mais articulado do grupo, como forma de “ganhar” proteção da organização criminosa.


Presa em abril, Luciana Uchoa Barbosa, a Bibi Amazonas ou Estrela, esteve refugiada no Complexo da Maré. Ela é apontada como a chefe do tráfico no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus. 


Bibi fazia parte da facção criminosa Família do Norte (FDN), que virou rival do CV no Norte do país, mas deixou o grupo para virar Comando Vermelho. 


Era figura importante dentro da FDN. Os integrantes a chamavam de ‘senhora’, um respeito que não era muito usual”. Ela mandava matar e ordenou o assassinato de uma amiga porque ela se relacionou com um rival.

Ainda na Maré, esteve Roney Marinho Machado, o RRzinho, outro criminoso amazonense, que foi preso no último dia 9. Ele teria envolvimento com os ataques ocorridos no início do mês em Manaus. 

 Johnson Barbosa, o Playboy ou Pequeno., é outro bandido amazonense que estaria refugiado na Maré.

Em vários grupos de mensagens, o nome de “Playboy” apareceu associado ao esquartejamento após serem achados um par de pernas femininas e como possível mandante do mesmo. Segundo a mensagem, ele seria responsável por ordenar mortes do tipo. Sua base de atuação era o bairro de Compensa. 

Chegou a figurar como membro da FDN mas depois bandeou para o CV. 

A Central Disque Denúncia já recebeu só nesse ano mais de 70 denúncias sobre traficantes oriundos de outros estados do Brasil que passaram a residir e integrar facções no Rio de Janeiro.


São denúncias de diversas comunidades, entre elas as do Complexo da Penha, que citam em maior número traficantes dos estados do Amazonas e São Paulo. A Vila Cruzeiro seria o reduto desses traficantes.


Outras denúncias mencionam a presença de traficantes do PCC em comunidades do Rio e Grande Rio, como nos municípios de Belford Roxo , Pinheiral e Três Rios.


A presença de integrantes do PCC também foi citada no Complexo da Maré.


Já em São Gonçalo e Niterói um traficante conhecido como Lampião passou a comandar algumas comunidades (Alma, Brejal, Amendoeira). Ele seria do Estado do Ceará.

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