Vítima do Escritório do Crime foi morto em razão de guerra entre milícias

Vítima do Escritório do Crime, alvo de operação do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil do Rio nesta terça-feira, o PM reformado Anderson Cláudio da Silva foi morto em razão de uma guerra envolvendo quadrilhas de milícias.


Anderson foi assassinado no dia 10 de abril de 2018. Cinco homens, entre eles o ex-PM David Soares Batista, efetuaram disparos contra a vítima.


O crime foi cometido mediante emboscada, já que o denunciado e seus comparsas aguardaram a vítima entrar em seu veículo para então dispararem contra ela.

Anderson chegou a reagir a investida e atingiu David, que baleado na perna com um tiro de fuzil, acabou preso.

A outra vítima do Escritório do Crime apontada pela Promotoria, Marcelo Diotti da Mata, morto em 2018, era acusada de matar um homem que ganhou R$ 2.500 em uma máquina caça-níquel. Ele foi chamado para uma reunião e acabou assassinado.

Marcelo Diotti da Mata foi executado no estacionamento do restaurante Outback, na Zona Oeste do Rio, no dia 14 de março daquele ano. Ele era casado com uma funkeira que era ex-mulher de um ex-vereador e que foi chefe da milícia na Gardênia Azul, em Jacarepaguá.