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Com segurança precária, até cerveja entra num dos maiores hospitais municipais do Rio

Durou apenas dois dias o reforço da segurança no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, um dos maiores da rede pública do município do Rio.

No sábado (1), após reportagem do RJ1, a prefeitura mobilizou guardas municipais para vigiar as entradas da unidade.

Até acontecer alguma coisa trágica, alguém morrer ali dentro por falta de segurança, ou alguma criança ser raptada na enfermaria.

Porque você roda o hospital todo sem ninguém te perguntar nada, não tem uma segurança, não tem um funcionário que te barre na entrada”, contou um funcionário.

produtora caminhou tranquilamente pelos corredores que levam às enfermarias, inclusive as pediátricas, e não foi impedida, sequer questionada, uma única vez.

Conforme desde sábado o RJ1 vem mostrando, a falta de segurança no Lourenço Jorge se deve à falta de pagamento de vigilantes de uma empresa contratada pela prefeitura.

Tem ‘delivery’ de comida entrando pelo hospital, motoqueiro trazendo comida para os pacientes, paciente tomando cerveja dentro do hospital”, contou uma funcionária da equipe médica.

Na quinta à noite, um homem tentou roubar um monitor do hospital e bolsas de pacientes.

“A gente machucado, nesse estado, tem que expulsar pessoas que vêm roubar porque não tem segurança”, reclamou um paciente. “Outro dia, me deparei com um mendigo, dentro da enfermaria, arrancando o travesseiro e o cobertor de um leito da paciente para levar lá pra fora”, contou outra funcionária do hospital.

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