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Game of Thrones dobrou número de huskies siberianos abandonados

A 1ª temporada de Game of Thrones começa com uma das únicas cenas fofas (e zero sangrentas) da série: um grupo de filhotes de lobo gigante é resgatado pelos Stark e passa a fazer parte da família.

Na ausência de lobos de verdade, a demanda por cães da raça husky siberiano – que se assemelham fisicamente aos caçadores icônicos de Winterfell – aumentou desde 2011.

Lobos gigantes, que estão no brasão da casa Stark, não existem na vida real. Para reviver esses animais nas telas, os produtores usaram cães da raça Inuit do Norte e dobraram seu tamanho digitalmente.

Pelo fato dos inuits serem raros e caros, os huskies se tornaram a alternativa favorita dos fãs da série. O maior grupo de resgate canino do Reino Unido, Dogs Trust, revelou que o número de huskies resgatados aumentou em 420% desde o início da série.

Em entrevista à National Geographic, a vice presidente do Grupo de Resgate de Huskies do Vale de Delaware disse que os animais, quando possuem identificação, normalmente possuem nomes inspirados em Game of Thrones.

Já dá pra imaginar quantos Fantasmas, Nymerias e Ladys foram acabaram nas ruas durante os últimos oito anos de exibição da série. Os “filmes de cachorro” contribuem para o aumento da demanda e posterior abandono dos animais. Para quebrar esse ciclo, basta seguir a orientação de todos os especialistas: faça a devida pesquisa antes de comprar ou adotar qualquer raça.

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