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Segundo registro do corpo de bombeiros, Flordelis está se contradizendo em seu depoimento

Mais uma contradição no depoimento da deputada Flordelis dos Santos foi descoberta durante as investigações sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo: o pedido de socorro ao Corpo de Bombeiros.

De acordo com Flordelis, na madrugada do dia 16 de junho, seus filhos realizaram “inúmeras ligações” aos bombeiros, logo após Anderson ser baleado.

No entanto, registros da corporação, aos quais O DIA teve acesso, mostram que somente uma ligação foi feita e ocorreu 13 minutos após o pastor ter sido baleado.

Além disso, às 3h35, antes mesmo de a ligação ter sido realizada, Flávio dos Santos saiu da residência com a justificativa de procurar a polícia.

Os investigadores também estranharam o fato de que, na residência, havia dois carros e pelos menos cinco pessoas que sabiam dirigir.

O neto do pastor, Ramon Oliveira, 20 anos, disse na delegacia que foi ele quem se recusou a realizar as orientações médicas “por ter certeza de que seu avô já estava morto”.

A informação de que o pastor havia parado de respirar ocorreu às 3h46, três minutos após a ligação ter sido realizada.

Às 3h54, mesmo já tendo informado aos bombeiros de que a vítima estava morta, é que Flávio coloca o pastor no carro e, ao lado dos irmãos Daniel e Adriano, o levam para o hospital, em um carro próprio.

Segundo o advogado Ângelo Máximo, que defende a mãe do pastor, eles quiseram atrapalhar as investigações ao levar o corpo para o hospital.

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