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Segurança presente ameaçam parar caso salários não sejam pagos

Agentes do programa Segurança Presente, que atualmente fazem patrulhamento em diversos bairros do Rio e do Grande Rio, estão trabalhando com efetivo reduzido e ameaçam suspender as atividades.

A decisão acontece por conta do salário atrasado referente ao mês de agosto.

Um agente civil, que não quis se identificar, explicou que o problema tem acontecido de forma habitual.

Um sargento da Polícia Militar explica que, para os policiais, o problema só não se torna maior porque eles estão recebendo seus salários nos dias programados.

A equipe do Segurança Presente é composta por policiais militares de folga, agentes civis, egressos das Forças Armadas e assistentes sociais.

Atualmente, o programa está em onze bairros e dois municípios — Lapa, Centro, Aterro do Flamengo, Lagoa, Ipanema, Leblon, Tijuca, Méier, Laranjeiras, Copacabana, Bangu, Nova Iguaçu e Niterói, estes dois últimos por convênio com as respectivas prefeituras.

Em nota, a assessoria do governo do estado limitou-se a informar que o atraso do salário se trata somente de um problema técnico e que até a próxima sexta-feira, primeira semana de outubro, “o pagamento dos agentes do Segurança Presente será efetuado”.

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