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Gestora da Arena Palmeiras quer operar Maracanã e projeta parceria com clubes

Maracanã antes de Vasco x Fluminense — Foto: André DurãoMaracanã antes de Vasco x Fluminense — Foto: André Durão

Maracanã antes de Vasco x Fluminense — Foto: André Durão

Um consórcio composto por três empresas protocolou nesta quinta-feira interesse junto ao Governo do Estado do Rio de Janeiro para assumir de forma emergencial a operação do Maracanã. O governador Wilson Witzel anunciou nesta semana a retomada do estádio que estava sob concessão da Odebrecht.

A proposta desse consórcio, que tem entre os participantes a Bravo Live, empresa que faz a gestão da Arena Palmeiras, é em caráter emergencial, ou seja, para assumir a operação pelos próximos 180 dias. Um dos argumentos é de que a arena seria a mais eficiente do país.

As outras duas empresas que completam o consórcio são a Time for Fun, empresa com amplo portfólio na área de entretenimento e responsável pela realização de diversos espetáculos de grande porte no país, e a Golden Goal, que já operou o Maracanã em parceria com clubes (Flamengo e Fluminense) anteriormente.

No documento protocolado, o consórcio deixa claro que pretende atuar também em parceria com os clubes para elaborar um modelo para a administração. O governo vem recebendo para conversas todos os envolvidos na questão do estádio. Já houve encontros com as diretorias de Flamengo, Vasco e Fluminense. Nesta quinta-feira, haverá uma reunião com a Conmebol.

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