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Sobreviventes do Ninho se aproximam de primeiro contrato profissional

Um ano após o incêndio no Ninho do Urubu, os três atletas do Flamengo que se feriram com maior gravidade e foram internados vivem a ansiedade pelo primeiro contrato profissional.

O goleiro Francisco Dyogo e o atacante Cauan Emanuel voltaram a jogar ainda no ano passado, enquanto Jhonata Ventura, que teve queimaduras externas e internas, ainda não.

Embora não tenha voltado a atuar, Jhonata era muito bem avaliado antes do acidente, e como não terá sequelas, o combinado era torná-lo atleta profissional.

Temos a expectativa pelo bom futebol desempenhado no sub-15 e pela a história dele com o clube – afirma Jonadab Carmo Souza, advogado do atleta.

Ainda falta cicatrizar totalmente mãos e braços, e concluir a dilatação do esôfago e da traquéia – explica o advogado do jovem.

Pelo acordo de indenização do jovem por dano moral, o Flamengo não poderia dispensá-lo ao longo da temporada até ter certeza sobre se teria sequelas ou não. Por outro lado, o clube havia prometido um cargo como funcionário caso ele não pudesse mais jogar futebol.

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